Consequências da falta de manutenção em condomínios

A manutenção em dia de um condomínio possibilita que diversos problemas sejam evitados, antes mesmo de acontecerem. Assim, falta de atenção e de manutenção adequada podem ser responsáveis por acidentes graves, como incêndios. Por isso, prevenir ainda é a melhor alternativa.

 

Um condomínio com manutenção inadequada pode sofrer alagamentos, goteiras no período chuvoso, vazamentos de gás e até desabamento de parte ou totalidade do prédio, nos casos mais graves.

 

Sem manutenção, a edificação sofre com paralisações de equipamentos (interfones, elevadores, etc.), redução do desempenho condominial (falta de água e energia) e desconfortos (sujeiras nas paredes e entupimentos). Transtornos facilmente evitados se a manutenção predial estivesse em dia.

 

Ao efetuar reparos constantes nos equipamentos do condomínio, é possível prolongar o tempo de vida útil desses aparelhos e inibir possíveis falhas. Apesar de parecer um gasto desnecessário, substituir peças que ainda não estão danificadas e equipamentos pouco utilizados surtem efeitos positivos, quando, por exemplo, é possível impedir que uma única peça provoque uma série de defeitos em uma mesma máquina. Logo, no caso dos equipamentos com grande frequência de utilização, a atenção deve ser ainda mais intensa.

 

Existem dois tipos de manutenção, a corretiva e a preventiva. A corretiva acontece de forma não planejada, após a falha. Já a preventiva, conforme o nome indica, é planejada para evitar a ocorrência desses defeitos.

 

E manutenção requer planejamento, executado com a elaboração de uma previsão detalhada, incluindo os métodos de trabalho, as ferramentas necessárias, um cronograma de realização da manutenção. Tudo seguindo as recomendações da norma de Manutenção de Edificações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) – NBR 5674/99.
Com planos para curto, médio e longo prazo, a manutenção deve considerar aspectos como a otimização dos recursos financeiros do condomínio, bem como reduzir a necessidade de intervenções sucessivas e a interferência na utilização dos equipamentos por parte de seus usuários.