Manutenção de Elevadores: Por que é tão importante?

Os elevadores já são equipamentos tão comuns no nosso cotidiano, que muitas vezes não nos damos conta de sua complexidade mecânica. Entretanto, para se ter uma ideia, se passaram mais de 3.500 anos desde os primeiros métodos elevatórios registrados no Egito Antigo até os modelos atuais.

Em cada evolução desse mecanismo, foram implementadas novas tecnologias a fim de garantir mais segurança, conforto e longevidade. Para que ele continue com essas características, são necessárias manutenções períodicas.

Por se tratar de um serviço de grande responsabilidade técnica e que exige uma grande infra-estrutura, a manutenção de elevadores costuma ser relativamente cara. Os maiores custos estão relacionados com a reposição das partes mecânicas como cabos de aço, polias e máquinas de tração. As principais variações nos valores, tanto das peças de reposição quanto dos contratos, geralmente se dá em função das características do equipamento e suas tecnologias.

É muito importante que o síndico fique de olho no que está sendo acordado com a empresa responsável. Ela deve se responsabilizar pelos serviços necessários para o funcionamento adequado e seguro do equipamento, que são basicamente as manutenções preventivas e os serviços corretivos, entretanto a diferença principal entre os contratos é a cobertura total ou parcial de peças.

Sempre que o síndico fechar um novo contrato com a empresa especializada, é fundamental exigir que esta realize uma vistoria para apontar o estado atual de fadiga das peças, e assim, definir qual é a periodicidade de troca e outros detalhes do contrato.

Condomínios mais novos, por exemplo, contam com equipamentos mais recentes e não tem necessidade de um contrato que inclua a reposição de peças. Logo, é mais adequado e econômico um que garanta somente a conservação das mesmas. Já os prédios mais antigos devem sempre se encaixar no contrato de manutenção.