Sem componentes tóxicos, lâmpadas de LED podem reduzir conta de luz em até 50% nos condomínios

Hoje, o consumo de energia elétrica é bem maior que há algumas décadas. A iluminação artificial se tornou imprescindível para a vida moderna: Grandes cidades desenvolveram hábitos noturnos e criaram estabelecimentos 24h e os cidadãos tem aumentado bastante o consumo individual, especialmente em razão do uso de computadores pessoais, smartphones e outros gadgets.

Sabendo que a maior parte da energia consumida é proveniente de fontes não renováveis e que o processo de fabricação de lâmpadas prejudica o meio ambiente e o bem estar do homem, busca-se cada vez mais utilizar energia de forma consciente, apostando em tecnologias mais econômicas e sustentáveis.

Nos condomínios, onde os moradores estudam, trabalham, entram e saem da garagem em horários diferentes, se faz necessário o uso de muitas lâmpadas nas áreas de uso comum como portaria, halls e jardins, e é ainda mais essencial pensar em soluções inteligentes, práticas e econômicas.

Para consumir de forma eficiente é necessário além de assegurar a manutenção da rede elétrica, utilizar equipamentos e lâmpadas que consomem menos energia. Símbolo da preocupação das pessoas com o futuro, essas pequenas mudanças são positivas também para o bolso, já que a conta vem mais baixa no fim do mês.

Entre as novidades, o diodo emissor de luz, tradução da sigla em inglês LED, tem sido bastante difundido ente os brasileiros. A lâmpada com esta tecnologia tem vida útil de mais de 25 mil horas (quatro vezes mais longêvas que as lâmpadas fluorescentes comuns), demandam menos manutenção, não possuem componentes tóxicos e portanto, não demandam descarte especial.

Embora custem mais, o retorno do investimento pode chegar rapidamente: Especialistas fazem estimativas de que a economia na conta de luz com o uso de lâmpadas LED pode chegar a 50%, sendo ainda maior caso aliado ao uso de sensores de presença.

Quando se trata de iluminação, as dimensões do ambiente e o espaço físico que ocupa influenciam bastante na escolha do tipo de lâmpada. Por este motivo, é essencial que o síndico tenha o suporte de um profissional especializado que observe e faça os devidos cálculos técnicos, montando um plano de iluminação adequado, de acordo com as necessidades do local.

O condomínio pode sentir rapidamente o retorno do investimento, dependendo também de como a instalação é feita. O responsável pode optar por fazer uma compra mensal, levando as lâmpadas aos poucos para não pesar tanto no bolso dos moradores; selecionar ambientes que vão receber as lâmpadas de LED primeiro ou fazer um rateio extra para comprar de uma vez.

Seja como for, o seu futuro agradece!