Vestindo a camisa | Uniformizando o condomínio

O uniforme dos colaboradores funciona como um cartão de visitas de um lugar: A boa imagem de um condomínio pode começar pelos trajes que seus funcionários vestem. A roupa profissional tem como objetivo principal a comunicação do lugar – em condomínios grandes, os moradores podem identificá-los mais facilmente, sem confundi-los com outros moradores, por exemplo.

Além disso, um uniforme garante que o funcionário esteja adequado para algumas atividades. Quem trabalha com a limpeza, logo desgastaria uma roupa mais simples de algodão ao utiliza-la para executar seu serviço. Nesses casos, o uniforme de brim, por exemplo, evita o desgaste de roupas.

Por tratar-se de peças de vestuário é imprescindível que o uniforme seja adequado a cada tipo de trabalhado e ao biotipo do trabalhador para não lhe causar desconforto, constrangimento e risco de acidentes.

Se existe uma exigência para que o trabalhador utilize um uniforme inadequado às suas condições viola direitos individuais, isso pode ser questionado – inclusive judicialmente, se o ou a funcionária se sentirem demasiado prejudicados.

Já a determinação da empresa para que o uniforme seja mantido limpo é completamente cabível, assim como é aceitável que havendo rescisão de contrato o trabalhador seja obrigado a devolvê-lo. Entretanto, isso não abre espaço para que o síndico exija do trabalhador o reembolso por reposição das peças desgastadas pelo uso.

Para evitar a falta do uniforme, o síndico pode disponibilizar sempre duas ou três mudas de roupa aos colaboradores. No caso de um eventual problema, eles não terão dificuldade para trocar o vestuário, sem comprometer o fardamento no trabalho.

Há alguns anos, porém, nem sempre o colaborador achava agradável ter que vestir um uniforme. Depois de um tempo, as vantagens para ele também foram sendo percebidas. O uniforme pode garantir conforto, economia e muita praticidade para o funcionário, além de prover economia de tempo.

Felizmente, hoje, há diferentes tipos de tecidos que podem ser empregados para oferecer conforto, segurança e durabilidade, de forma que sejam ainda adaptados às tendências de moda, garantindo um visual alinhado.

O síndico deve garantir também que o uniforme seja adequado ao clima. É inviável para o funcionário vestir terno, se os termômetros marcam uma temperatura de 35ºC. Em um local de trabalho quente, o fardamento deve ser leve e facilitar a respiração da pele – processo que regula a temperatura do corpo.